El hit que sonó ayer antes de empezar el partido. Hubo mucho apoyo de la gente al equipo, buena energía. No es la primera vez que lo observo: me da la sensación de que la cancha y lo que se dice en redes y programas no coinciden.
Vía @CasitalbRiver
Son días adversos. Si cabe una expresión personalísima de dolor, vergüenza ajena y pedido de disculpas a Brasil, va en este mensaje. Brasil es nuestro hermano y nuestro mejor aliado en el mundo. Decenas de millones de argentinos deploramos la conducta brutal del presidente.
Felicitaciones a la @UBAonline y también a la @unlp sobre todo teniendo en cuenta el difícil contexto interno para las universidades públicas, en comparación con los competidores de la región.
@UBA_Noticias#universidades@LatamData
Felicitaciones España!
Merecidísimo campeón mundial.
Épico campeonato de Argentina! Gracias chicos por tanto! Son enormes. A celebrarlos como merecen!!
🇦🇷 Desde que nací, hoy jugará su 6ª final sobre 13 mundiales posibles. Casi una de cada dos. Una auténtica locura! ⚽
🇺🇸 Since I was born, Argentina has played 13 World Cups and today will appear in its 6th final. Nearly one in every two. Incredible. ⚽
🚨🎙️ ZLATAN IBRAHIMOVIĆ ON LIONEL MESSI'S INFLUENCE ON ARGENTINA AFTER THEIR WIN OVER AUSTRIA:
“I'm obsessed with watching Messi.
Not because he's my friend.
Not because of nostalgia.
Because after all these years, I'm still trying to understand how one player can control a football match without touching the ball every minute.
I watched Argentina today and the first thing I noticed wasn't the scoreline.
It was the way Austria reacted whenever Messi moved.
One step to the left, defenders follow.
One drop into midfield, the entire shape changes.
One glance over his shoulder panic.
That's not football.
That's psychological warfare.
And that's why I laugh when people reduce him to goals and assists.
They don't understand what they're watching.
Messi isn't just Argentina's best player.
He's Argentina's system.
He's their confidence.
He's their belief.
He's the reason every teammate walks onto the pitch thinking the impossible is possible.
People ask me about the GOAT debate.
What debate?
Seriously.
What debate?
For me, there isn't one.
The debate exists because television needs content and social media needs arguments.
When I watch football, I don't see a debate.
I see Messi.
Then I see everybody else.
That doesn't mean other legends weren't incredible.
It means I've never seen another player influence a match, a team and an entire generation of football the way Messi has.
And today was another reminder.
He didn't need a hat-trick.
He didn't need to score from 40 yards.
He just needed to be Lionel Messi.
And suddenly Argentina looked like a completely different team.
That's greatness.
Not when everything depends on you.
When everybody becomes better because you're there.
I've played against great players.
I've played with great players.
But Messi is the only player I've ever watched and genuinely thought:
'This isn't normal.'
The scary thing?
Opponents know exactly what he's going to do.
And they still can't stop it.
That's why I don't waste my time with comparisons anymore.
Some players become legends.
Some players become icons.
Messi became a category of his own.
And after today's performance, if you're still asking me who the greatest footballer of all time is...
You're asking the wrong question.
The right question is:
Will football ever produce another one like him?”
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.
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5K Followers 5K FollowingInvestigador Independiente de CONICET, Secretario General Adjunto de ATE CONICET Capital, militante de la Corriente Sindical Clasista Goyo Flores/Vía Socialista
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10K Followers 341 Following“En aquellos días, en aquellos distantes días; en aquellas noches, en aquellas antiguas noches; en aquellos años, en aquellos distantes años…”
11K Followers 20 FollowingSomos un grupo de economistas que formó un centro de investigación, un think tank y una consultora. Todo, en el mismo espacio.
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